Arquivo da categoria: Anos 50

PIQUE RIVERTI

THE FLYERS / RC-7 / OS INCRÍVEIS

 

O saxofonista Riverte de Oliveira Santos, também conhecido como Pique Riverte e Lumumba, nasceu no dia 20 de abril de 1946, na cidade de São Paulo e faleceu no dia 21 de marco de de 2000.

Em 1958 fundou o grupo The Flyers com os guitarristas Patinho (João Fernandes da Silva Borges de Miranda) e Guilherme Dotta, o baixista Vicente Ferrer Juan “Fafá” e o baterista Walfrido Costa Filho. Em algumas apresentações o grupo usava uniformes de aviador e capacetes.

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TONY TORNADO

HOJE É DIA DE ROCK / ED LINCON

Antônio Viana Gomes, ou Toni Tornado, iniciou sua carreira artística no final dos anos 1950, cantando rock no programa “Hoje É Dia De Rock”, da Rádio Mayrink Veiga, atuando sob o pseudônimo de Tony Checker.

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PAULO SILVINO

Na infância, na companhia do pai, o humorista e radialista Silvério Silvino Neto, já freqüentava estúdios de rádio e coxias de teatro. Na adolescência, se apresentava como crooner de um conjunto de rock, acompanhado por músicos como Eumir Deodato (acordeon), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria).

A primeira performance profissional aconteceu em 1956, cantou dois sucessos de Little Richards para a platéia do Programa César de Alencar, na Rádio Nacional. Durante a apresentação, rasgou as próprias roupas e, apoteoticamente, comeu o medalhão de “ouro” que estava usando, na verdade, um biscoito pintado de amarelo.

Em 1957 participa da formação do Clube do Rock e aparece no filme ‘De Vento em Popa” de Carlos Manga. Em 1958, com o nome de Dickson Savana, apresentou-se no Clube do Rock, programa comandado por Carlos Imperial na TV Tupi e abrem o show do Bill Haley & Seus Cometas no programa “Noite de Gala” e passam a acompanhar o grupo em suas apresentações pelo Rio de Janeiro.

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WILSON SIMONAL

Começou a cantar em meados dos anos 50, era chamado de “o Harry Belafonte brasileiro”. Ao deixar o serviço militar, com os amigos, formou o grupo The Dry Boys que depois foi rebatizado como Os Guaranis, e cantava rock e calipso.

Fez parte da Turma do Matoso, que contava com Tim Maia e Jorge Bem. Alem de Erasmo e Roberto Carlos.

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TIM MAIA

Iniciou sua carreira aos 14 anos como baterista do grupo Os Tijucanos do Ritmo. Em seguida aprendeu a tocar violão e formou, com Roberto Carlos, o grupo The Sputniks. Após pequenos shows em festinhas, batizados, aniversários e algumas apresentações em programas de televisão, em 1959, viajou para os Estados Unidos, onde permaneceu durante quatro anos. Estudou inglês e integrou como vocalista, o conjunto The Ideals, que chegou a gravar um compacto independente com a canção “New Love”. A gravação nunca foi lançada comercialmente. O grupo planejava negociar com alguma gravadora, mas Tim “Jimmy The Brazilian” foi preso e acabou deportado antes que tivessem uma chance. Participaram da gravação o baterista Milton Banana e o baixista de jazz e rock Don Payne.

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CARLOS GONZAGA

 

O cantor mineiro Carlos Gonzaga iniciou a carreira em meados da década de 1940. Gravou boleros, sambas, calipsos, e tangos, entre outros estilos. Em 1958 atingiu sucesso em nível nacional ao gravar “Diana” versão de Fred Jorge para o sucesso de Paul Anka. Na mesma onda, gravou ainda “O diário”, uma versão para “The Diary” de Sedaka e Greenfield e “Meu coração canta”, versão para “XXX” de Rome, Jamblam e Herpin, ambas do versionista Fred Jorge.

Na década de 1960, já considerado um dos maiores intérpretes de versões de rocks, teve êxito também com a versão do tema do seriado de televisão ”Bat Masterson”, um bang-bang de muito sucesso. Se apresentou nos principais palcos do Brasil e da América Latina, participou de dois filmes: “Dorinha no Soçaite” de Geraldo Vietri e “Virou Bagunça” de Watson Macedo.

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AGOSTINHO DOS SANTOS

Em 1957, o som que embalava a juventude norte-americana chegava ao Brasil. Por meio da radio o som se difundiu e rapidamente passou a ditar o ritmo da juventude tupiniquim.

Versões em português de grandes sucessos internacionais ajudaram no processo de assimilação, entre eles: “Até Logo, Jacaré”, versão gravada pelo cantor romântico Agostinho dos Santos para “See You Later, Alligator”, grande sucesso de Bill Halley.

Apesar do relativo sucesso da canção essa foi a única incursão de Santos pelo rock n roll. Logo, ele voltou a gravar os sambas-canções e as baladas românticas que o tornaram famoso, ate morrer tragicamente em um desastre aéreo nas imediações do aeroporto de Orly, em Paris, em 1973.

Em 1957, enquanto vivia um momento de muito sucesso nas rádios cantando baladas românticas, o cantor Agostinho dos Santos gravou “Até Logo, Jacaré”, versão para “See You Later, Alligator”, grande sucesso de Bill Halley.

Essa foi sua única incursão pelo ritmo estrangeiro. Logo, ele voltou a gravar os sambas-canções que o consagraram, até morrer tragicamente em um desastre aéreo nas imediações do aeroporto de Orly, na Franca, em 1973.

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