

Electric Ladyland é um álbum de rock do The Jimi Hendrix Experience, lançado em 1968. Este álbum é visto como o auge da maestria de Hendrix como guitarrista, e é frequentemente citado como um dos maiores álbuns de rock de todos os tempos. Não foi somente o último álbum do The Jimi Hendrix Experience, mas também o último álbum de estúdio a ser profissionalmente produzido sob sua supervisão. Após Electric Ladyland, Hendrix passou os dois últimos anos de sua vida tentando organizar uma nova banda e gravando uma grande quantidade de músicas.
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Etiquetado: jimi hendrix

Interstellar Space was the one of the final studio albums recorded by the saxophonist John Coltrane before his death in 1967, originally-released posthumously by Impulse! on LP in 1972. It consists of an extended duet suite (in four parts) with the drummer Rashied Ali, and was recorded at the Van Gelder Studios on February 22, 1967, the week after the session that produced Stellar Regions. As a result, the melodies often overlap; “Venus” has the same melody as the title track of the previous LP, “Mars” quotes the melody of what became known as “Iris”, and many note choices and runs are similar.
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Etiquetado: coltrane

Kraneo: punk paulista no TUCA.
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Etiquetado: punks anos 80

Nesta pérola de sua “fase africana”, o genial autor de Panamérica mostra seu talento visionário num texto delirante, de ressonâncias míticas, e antecipador das atuais incursões da ficção afrofuturista.
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Etiquetado: afro-futurismo, misticismo afro
A relação do tecno com o binômio homem-máquina, no diálogo com Jeff Mills, o legendário produtor de tecno de Detroit nos leva a impressionantes insights do impacto que a terceira onda tem causado na paisagem contemporânea. Detroit, essa “cidade portátil”, virtualizada na minimalista batida de um sequenciador automático, profetiza em sua música – que já nos deu a Motown, Stooges, e MC5 – o zeitgeist deste início de milênio.
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Etiquetado: rizoma, tecno detroit
ELECTRO DE CARA NOVA
Electro, esse velho estilo que entrou e saiu de moda mais de uma vez e que recentemente voltou a ser tocado com mais frequência nas pistas do mundo todo. Ele nunca sumiu de vez realmente pois alguma forma de electro-funk continuou sendo tocada em cidades como Detroit, Miami e até Rio de Janeiro. Mas de onde surgiu esse gênero?
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Etiquetado: electro, rizoma

Um dos maiores prazeres de se gastar a sua vida entre discos é presenciar a “revelação” que um disco pode ser para uma pessoa. Sabemos o poder da música neste aspecto, quanto sua capacidade de persuasão e sedução podem nos virar do avesso em poucos minutos. Uma simples canção pode mudar a vida de uma pessoa e poder conduzir esta pessoa para esta revelação nos dá uma sensação de dever cumprido, todas as horas e camadas de tímpanos gastas não foram em vão.
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Soundway Records presents Nigeria Rock Special: Psychedelic Afro-Rock and Fuzz Funk in 1970s Nigeria, a fascinating look at the underground Rock scene in 1970s Nigeria.
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Etiquetado: nigerian rock
“Depois do egípcio, do indiano, do grego e do romano, do germânico e do mongol, o negro é uma espécie de sétimo filho, nascido com um véu e presenteado com uma percepção neste mundo americano – um mundo que não lhe permite nenhuma auto-consciência real, mas só o deixa ver a si mesmo através da revelação do outro mundo. É um sentimento particular, esta dupla consciência, esta sensação de sempre olhar para o seu eu através dos olhos dos outros, de medir a sua alma com a trena de um mundo que o observa com divertido desprezo e piedade. Sua dualidade (twoness) é constantemente sentida – um americano, um negro; duas almas, dois pensamentos, dois esforços inconciliáveis; dois ideais em guerra em um só corpo escuro, cuja força tenaz é apenas o que o impede de se dilacerar.
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Etiquetado: cibercultura
No Prefácio à lª edição de The Black Atlantic (1993), Paul Gilroy aspira que a leitura do seu livro represente uma viagem marítima pelo mundo do Atlântico Negro. Este último termo refere-se metaforicamente às estruturas transnacionais criadas na modernidade que se desenvolveram e deram origem a um sistema de comunicações globais marcado por fluxos e trocas culturais. A formação dessa rede possibilitou às populações negras durante a diáspora africana formarem uma cultura que não pode ser identificada exclusivamente como caribenha, africana, americana, ou britânica, mas todas elas ao mesmo tempo. Trata-se da cultura do Atlântico Negro, uma cultura que pelo seu caráter híbrido não se encontra circunscrita às fronteiras étnicas ou nacionais. Ao longo de 419 páginas o autor repensa a modernidade por meio da história do Atlântico Negro e da diáspora africana no hemisfério ocidental, conduzindo-nos de maneira instigante por rotas de difícil navegação.
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Etiquetado: atlântico negro, paul gilroy