Os Afro-Rocks

Electric Ladyland

Julho 14, 2009 · 1 Comentário

Electric Ladyland é um álbum de rock do The Jimi Hendrix Experience, lançado em 1968. Este álbum é visto como o auge da maestria de Hendrix como guitarrista, e é frequentemente citado como um dos maiores álbuns de rock de todos os tempos. Não foi somente o último álbum do The Jimi Hendrix Experience, mas também o último álbum de estúdio a ser profissionalmente produzido sob sua supervisão. Após Electric Ladyland, Hendrix passou os dois últimos anos de sua vida tentando organizar uma nova banda e gravando uma grande quantidade de músicas.

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Interstellar Space

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

File:John Coltrane Interstellar Space.jpg

Interstellar Space was the one of the final studio albums recorded by the saxophonist John Coltrane before his death in 1967, originally-released posthumously by Impulse! on LP in 1972. It consists of an extended duet suite (in four parts) with the drummer Rashied Ali, and was recorded at the Van Gelder Studios on February 22, 1967, the week after the session that produced Stellar Regions. As a result, the melodies often overlap; “Venus” has the same melody as the title track of the previous LP, “Mars” quotes the melody of what became known as “Iris”, and many note choices and runs are similar.

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KRANEO – Afro-Punks em SP / Anos 80 – Fotos de Rui Mendes

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

Kraneo: punk paulista no TUCA.

Kraneo: punk paulista no TUCA.

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TRIBO DO MAR E DO AR SAGRADO (QUATRO FRAGMENTOS DE UM LIVRO)

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

 

Nesta pérola de sua “fase africana”, o genial autor de Panamérica mostra seu talento visionário num texto delirante, de ressonâncias míticas, e antecipador das atuais incursões da ficção afrofuturista.

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MÚSICA É A MENSAGEM

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

A relação do tecno com o binômio homem-máquina, no diálogo com Jeff Mills, o legendário produtor de tecno de Detroit nos leva a impressionantes insights do impacto que a terceira onda tem causado na paisagem contemporânea. Detroit, essa “cidade portátil”, virtualizada na minimalista batida de um sequenciador automático, profetiza em sua música – que já nos deu a Motown, Stooges, e MC5 – o zeitgeist deste início de milênio.

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ELECTRO DE CARA NOVA

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

ELECTRO DE CARA NOVA

Electro, esse velho estilo que entrou e saiu de moda mais de uma vez e que recentemente voltou a ser tocado com mais frequência nas pistas do mundo todo. Ele nunca sumiu de vez realmente pois alguma forma de electro-funk continuou sendo tocada em cidades como Detroit, Miami e até Rio de Janeiro. Mas de onde surgiu esse gênero?

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ONE NATION UNDER A GROOVE

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

Um dos maiores prazeres de se gastar a sua vida entre discos é presenciar a “revelação” que um disco pode ser para uma pessoa. Sabemos o poder da música neste aspecto, quanto sua capacidade de persuasão e sedução podem nos virar do avesso em poucos minutos. Uma simples canção pode mudar a vida de uma pessoa e poder conduzir esta pessoa para esta revelação nos dá uma sensação de dever cumprido, todas as horas e camadas de tímpanos gastas não foram em vão.

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Nigeria “Psy” Afro-Rock and Fuzz Funk in 1970’s

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

Soundway Records presents Nigeria Rock Special: Psychedelic Afro-Rock and Fuzz Funk in 1970s Nigeria, a fascinating look at the underground Rock scene in 1970s Nigeria.

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A INSUSTENTÁVEL BRANQUEZA DO SER (1): Teoria Crítica Afro-Americana e Cibercultura

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

“Depois do egípcio, do indiano, do grego e do romano, do germânico e do mongol, o negro é uma espécie de sétimo filho, nascido com um véu e presenteado com uma percepção neste mundo americano – um mundo que não lhe permite nenhuma auto-consciência real, mas só o deixa ver a si mesmo através da revelação do outro mundo. É um sentimento particular, esta dupla consciência, esta sensação de sempre olhar para o seu eu através dos olhos dos outros, de medir a sua alma com a trena de um mundo que o observa com divertido desprezo e piedade. Sua dualidade (twoness) é constantemente sentida – um americano, um negro; duas almas, dois pensamentos, dois esforços inconciliáveis; dois ideais em guerra em um só corpo escuro, cuja força tenaz é apenas o que o impede de se dilacerar.
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PAUL GILROY: O ATLÂNTICO NEGRO

Julho 14, 2009 · Deixe um comentário

No Prefácio à lª edição de The Black Atlantic (1993), Paul Gilroy aspira que a leitura do seu livro represente uma viagem marítima pelo mundo do Atlântico Negro. Este último termo refere-se metaforicamente às estruturas transnacionais criadas na modernidade que se desenvolveram e deram origem a um sistema de comunicações globais marcado por fluxos e trocas culturais. A formação dessa rede possibilitou às populações negras durante a diáspora africana formarem uma cultura que não pode ser identificada exclusivamente como caribenha, africana, americana, ou britânica, mas todas elas ao mesmo tempo. Trata-se da cultura do Atlântico Negro, uma cultura que pelo seu caráter híbrido não se encontra circunscrita às fronteiras étnicas ou nacionais. Ao longo de 419 páginas o autor repensa a modernidade por meio da história do Atlântico Negro e da diáspora africana no hemisfério ocidental, conduzindo-nos de maneira instigante por rotas de difícil navegação.

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